BTT - ROTA das BRANDAS 2012


Percurso – Brandas 2012                 Local – Parada do Monte e Gave (Melgaço)
Itinerário – Parada do Monte, Branda de Mourim, Branda de Covelo, Parque Eólico de Stº António, Branda de Stº António, Branda da Aveleira, Branda de Mourim, Parada do Monte
Partida – Parada do Monte (N 42º 02’ 39” W 08º 15’ 54”) às 9h26m
Data – Domingo 30 Dezembro           Distancia – 31Km
Dificuldade         Física – Media        Técnica – Media          Circular - Sim
Tempo (horas)
Saída - 9h26m    Chegada - 14h28m  Duração - 5h02m  Em Movimento 3h43m
Velocidade         Media Total 6,16 km/h    Media Andamento 8,34 km/h    Máxima 50 km/h
Altitude (metros)
Máxima - 1172    Mínima - 559             Desnível - 613 Saída/Chegada - 559                      
Positivo -1055     Negativo - 1054               Desn. Max. 20,62%        Desn. Min. 21,63%
GPS Garmin Oregon 450 Indice IBP – 119CB Nº de pontos – 6037 Intervalo de Gravação - 3
Programa de análise de dados – CompeGPS/SportTracks
Condições Atmosféricas - Nublado
Almoço – Passeio em autonomia.
Pontos de Interesse – Freguesia de Parada do Monte, Brandas (Mourim, Covelo e Aveleira), Parques Eólicos e muita Paisagem Natural.
Época - Todo o ano, desde que no Inverno não haja muita neve.
Concentração – Entrada de Melgaço (N 42º 06’ 30” W 08º 15’ 48”) às 9 horas.
Transporte – 13km – 15 minutos desde Melgaço + volta e 2€ de combustível.
Organização – Solopisadas
Conselho – Qualquer Bicicleta de BTT.
BTTistasBlacbay (Mondraker Foxy R) – Nuno (Lapierre Zesty 714) – Kuncas (Kona Tanuki Deluxe) – Miguel (Specialized Stumpjumper FSR ) – João (
Lapierre X-Flow 612) - Paulo (KTM Race Line) – Julio (Vag Sthealt B3) – Roberto (Ibis Mojo) – Mario (Rock Machine Adrenaline 5000) – Toniño (Cannondale Jekill) - Rui (Cannondale Flash F1) – Julio Araujo (B-Pro ZS6) – Samuel (Mondraker Foxy)

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Fotografias Georeferenciadas   Blacbay     Miguel     Toninho



Dorsal assinado por todos.
Suplemento energético, desde Run Dominicano a Licor de Ervas.

Fotografia da praxe antes da partida.

Início da subida para a Branda de Mourim.



Cruzando a Branda de Mourim.


Seguimos para a Branda de Covelo.


Pausa em Covelo para enganar o estomago.
Saída de Covelo e início da subida para o Parque Eólico de Stº António.



Local onde tivemos que desmontar, todos menos o Rui.


Uma pequena descida para cruzar a estrada.


Algumas dificuldades.

O Mario preparado para a subida de maior desnível.




A chegar ao Parque Eólico.



Branda de Stº António em primeiro plano e a de Aveleira ao fundo.

Falta-te um suissinho.

Os Lobos tambem andam por estes caminhos.

Entrando na Branda de Stº António Val de Poldros.

Seguimos para a Branda da Aveleira.


A mesa estava reservada para os caçadores.
Como disfruta.

Branda da Aveleira ao fundo.

Início da ultima subida.




A descer para Parada do Monte.



Caminhos com muita agua.

Caminho empedrado muito escorregadio.
Chegamos.

Videos: Blacbay 1  -  Blacbay 2  -  Blacbay 3  -  Miguel 1  -  Miguel 2

   Um ano mais fomos pedalar para as Brandas de Parada do Monte. Este ano já foi a segunda vez, a edição de 2011 realizamo-la em Janeiro deste ano. Um dos motivos deste passeio é pedalar pela neve, mas durante as Festas Natalícias do ano passado não nevou, assim tivemos que esperar até ao mês de Janeiro, mas a neve não apareceu. Este ano também não houve neve, mas a tradição dos últimos anos manteve-se, mesmo sem neve as Brandas estão espetaculares.
   Arrancamos de Parada do Monte, subimos a Branda de Mourim, seguimos para a Branda de Covelo e subimos ao Parque Eólico de Stº António. Continuamos para mais duas Brandas, Stº António (que pertence a Monção) e Aveleira na Freguesia da Gave. Aqui começaram os problemas, devido ao tempo que nos demorou a subir o Parque Eólico, chegamos a Branda da Aveleira com bastante tempo de atraso. Nesta Branda o Nuno rebentou o pneu, sim o pneu de trás. O Rui tinha que estar em casa antes das 14 horas, já não havia hipótese de cumprir este horário com a média horaria que levávamos, teve que nos abandonar e seguir o caminho mais perto até ao carro.
   O pneu no Nuno não estava nas melhores condições, o corte era grande, o remendo não era o apropriado e com mais de cem quilos encima não era aconselhado continuarmos pelo percurso inicial. Assim não cruzamos a Branda da Aveleira, seguimos pela estrada até ao Batateiro onde continuamos para Parada do Monte pela Branda de Mourim, abandonando o percurso onde iriamos cruzar as Brandas de Travassos e Fitouro. Na descida para Parada houve outro pneu que rebentou, o do Júlio Araújo, mas este não se conseguiu remendar, o buraco eram demasiado grande.
   Assim chegamos ao fim, cinco horas para realizar 31 quilómetros. Ao chegar ainda tivemos que ir buscar o Júlio quase a Mourim. Foi um passeio onde a sorte não nos acompanhou.
   O percurso não foi difícil, o piso era bom, sem zonas técnicas, apenas na última descida por um caminho empedrado que com a água estava bastante escorregadio. Mas os que tinham problemas mecânicos desceram por uma alternativa mais fácil. A subida ao Parque Eólico foi a maior dificuldade para todos, todos menos o Rui que foi o único que conseguiu subir sem desmontar, esta como um “touro”.
   As condições atmosféricas foram ótimas, não se viu o Sol, mas não esteve frio, nem vento, nem gotas de chuva se viram. A paisagem é sempre espetacular por esta zona, em qualquer época do ano, a mais de 1.100 metros de altitude contemplasse uma grande extensão de terreno, desde as Montanhas até ao vale do Rio Minho.
   Esperemos que para o próximo ano estejam nevados estes caminhos, já levamos dois anos seguidos sem ver a neve, coisa que antes nunca faltava.


Nesta tabela consegue-se analisar a velocidade em relação á distancia e ao tempo.
Velocidade Km/h        Velocidade Media      Distancia    Tempo     Elevação  % do Percurso
Entre   0 e  5Km/h           1,7km/h                  4,32km       2h33m    +384metros       50,8%
Entre   5 e  8Km/h           5,9km/h                  7,24km       1h13m    +436metros       24,2%
Entre   8 e 12Km/h          9,6km/h                  5,89km           37m        -78metros       12,2%
Entre 12 e 20Km/h        15,9km/h                  6,45km           24m     -319metros         8,1%
Entre 20 e 40Km/h        28,2km/h                  6,63km           14m     -397metros         4,7%
Entre 40 e 50Km/h        42,3km/h                  0,25km             1m       -26metros          0,1%

Total                                    6,1km/h               30,78km      5h02m            0metros         100%
O primeiro dado é enganador porque também contabiliza o tempo em que estive parado. 

Na tabela seguinte consegue-se analisar o desnível em relação á distancia e ao tempo.
Desnível                Elevação      Distancia      Tempo      Velocidade      % do Percurso
Entre   2 e  6%    +179metros       4,63km          51m         5,4km/h            17,0%
Entre   6 e 15%   +623metros       6,09km     1h23m         4,4km/h            27,4%
Entre 15 e 30%   +237metros       1,23km          30m         2,4km/h            10,0%
Mais   de   30%     +17metros       0,03km             7m          0,3km/h             2,2%
Plano  -2 a  2%        -1metros       6,35km           45m          8,5km/h           14,8%
Entre   2 e  6%    -182metros        4,94km           34m          8,8km/h          11,1%
Entre  6 e 15%    -677metros       6,92km            36m        11,6km/h          11,9%
Entre 15 e 30%   -144metros       0,58km              9m          3,6km/h             3,1%
Mais   de   30%      -51metros       0,05km              7m          0,4km/h             2,4%
Total                             0metros      30,78km      5h02m          6,1km/h            100%
Praticamente sem terreno plano.
Programa analize de dados - SportTracks

Outras vezes que fomos pedalar para o Gerês: 2008 2009  - 2010  -  
 2011

Blacbay

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